sexta-feira, 31 de julho de 2015

Ser contemporâneo seria escrachar a vida íntima, ultrapassando as barreiras entre público e privado? Seria transportar para o universo virtual tudo que fazemos, comemos, pensamos? Estar sempre correndo contra o tempo, se entupindo de remédios pra dormir, ansiolíticos, calmantes? É ter síndrome do pânico e se enterrar na frente de um computador deixando a vida real fora da rotina? Ou quem sabe, ser radical no discurso, matar porque o outro não compartilha da mesma ideia que eu? Talvez...Talvez ser contemporâneo seja tudo isso com mais uma dose de insegurança, de perda de valores éticos e de destruição de referências morais, estéticas, filosóficas, religiosas, políticas...

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